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"A luta contra as religiões é um imperativo ético para a vitória da ciência sobre a superstição, da modernidade contra o obscurantismo e da liberdade dos homens contra a prepotência divina.
Não são os crentes, vítimas indefesas dos medos herdados de geração em geração, os alvos da animosidade ateia. Aliás, os ateus não têm ódios, defendem a tolerância e a liberdade, que são incompatíveis com a violência e os interditos destilados pelos livros sagrados das religiões monoteístas e pelos clérigos de serviço.
O descrédito das religiões é o caminho para a livre determinação de homens e mulheres prisioneiros do dogma, da tradição e da perversidade das relações de poder.
Um Deus que tem fúrias não merece respeito nem se domestica com orações, precisa de uma camisa-de-forças. Se é propenso à ira devia acalmar-se com uma benzodiazepina de semi-vida curta. Mas como tratar um déspota que só existe na imaginação dos créus?
É na denúncia da falsidade do martírio que lhe inventaram e da virtude que reclamam os que vivem à sua custa, que encontraremos os caminhos da liberdade e da paz, sem os temores do Inferno e as sevícias dos clérigos.
Não há verdades teológicas. Estas não passam de mentiras ao serviço da superstição."
Por Carlos Esperança, em
www.ateismo.net/diario/2007/06/deus-pior-que-os-homens.php

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